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Brasil

Publicado em 18/10/2017 às 11h02

“A gente quer acabar com a família tradicional brasileira”, afirma drag queen ativista da ideologia de gênero

drag queen contratado por uma escola para fazer apologia à ideologia de gênero com a mensagem de que “não existe” diferenças entre menino e menina, voltou a atacar a família tradicional dizendo que seu objetivo é “destruir esse formato”.

No vídeo, o travesti Femmenino classifica como “binarização escrota” a diferenciação de que existem brinquedos, roupas e hábitos exclusivos para meninos e meninas, pois de acordo com a ideologia de gênero, tudo não passa de “construção social, características que a gente vai se colocando, se moldando”.

Acompanhando o vídeo, o drag queen publicou um texto admitindo que o projeto da ideologia de gênero e toda a agenda “progressista” da esquerda é pôr fim ao modelo de família tradicional baseado nos valores judaico-cristãos da sociedade ocidental.

“Queremos acabar com a família? Sim, mas apenas com um tipo de família, é um formato muito específico de família patriarcal que mantem homens e mulheres presos em padrões do passado”, afirmou Femmenino.

“Não existe a separação entre brinquedos de meninos e brinquedos de meninas”, escreveu, reiterando o que já havia dito durante a apresentação na escola infantil.

“Na infância da nossa geração e das anteriores, meninas brincavam de panelinha, boneca, vassourinha e cresceram para serem donas de casa e cuidarem dos filhos, continuam brincando de panelinha e boneca, mas na vida real. Meninos brincam de carrinho, de super herói, armas, esportes, e crescem para serem profissionais, homens corajosos do mundo, e na maior parte das vezes pais ausentes que não lavam um prato dentro de casa”, alegou.

Segundo o drag queen, a ideologia de gênero “quer que meninos brinquem de boneca e cresçam para ser pais carinhosos, queremos que eles brinquem de vassourinha e dividam as tarefas da casa com suas mulheres”.

“A gente quer que as meninas brinquem de carrinho, gritem, corram e tenham liberdade corporal para crescerem mulheres fortes e donas de si, que não continuem reproduzindo o papel da mulher indefesa que precisa de um macho alfa para protegê-la e sustentá-la. Nós queremos mostrar para as crianças que elas podem ser do jeito que elas quiserem”, concluiu.

Em outros trechos, respondendo às acusações de pedofilia, o drag queen afirma que “pedófilo é padre, a Igreja Católica”. Assista:

RESPONDENDO COMENTÁRIOS HOMOFÓBICOS // VLOG FEMMENINO

Parei para gravar esse vídeo e ler alguns dos comentários de ódio que recebi durante esses dias. Queremos acabar com a família? Sim, mas apenas com um tipo de família, é um formato muito específico de família patriarcal que mantem homens e mulheres presos em padrões do passado. O que foi dito no vídeo do Na Hora do Lanche não é que não existem meninos e meninas, mas que não existe a separação entre brinquedos de meninos e brinquedos de meninas. O que isso quer dizer e por que isso é um ataque a família tradicional brasileira? Vamos dar um contexto histórico aqui pra vocês: Na infância da nossa geração e das anteriores, meninas brincavam de panelinha, boneca, vassourinha e cresceram para serem donas de casa e cuidarem dos filhos, continuam brincando de panelinha e boneca, mas na vida real. Meninos brincam de carrinho, de super herói, armas, esportes, e crescem para serem profissionais, homens corajosos do mundo, e na maior parte das vezes pais ausentes que não lavam um prato dentro de casa. O que a gente quer quando diz que não existem brinquedos de meninas e brinquedos de meninos? A gente quer que meninos brinquem de boneca e cresçam para ser pais carinhosos, queremos que eles brinquem de vassourinha e dividam as tarefas da casa com suas mulheres. A gente quer que as meninas brinquem de carrinho, gritem, corram e tenham liberdade corporal para crescerem mulheres fortes e donas de si, que não continuem reproduzindo o papel da mulher indefesa que precisa de um macho alfa para protegê-la e sustentá-la. Nós queremos mostrar para as crianças que elas podem ser do jeito que elas quiserem, sem necessidade de continuar replicando as performances de gênero tão quadradas e sufocantes. Difícil responder esse tanto de ódio, mas a gente não pode recuar nesse momento!

Publicado por Femmenino em Sábado, 14 de outubro de 2017

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